XXII Feira das Tradições e Atividades Económicas de Pinhel: a Melhor de Sempre

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XXII Feira das Tradições e Atividades Económicas de Pinhel: a Melhor de Sempre

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A XXII edição da Feira das Tradições e Atividades Económicas de Pinhel foi anunciada como “a melhor de sempre”, e assim foi… porque a cada edição que passa, a opinião tem sido unânime: a Organização, a cargo do Município de Pinhel, não se poupa a esforços para fazer deste evento um motivo de orgulho para os pinhelenses e uma referência para expositores e visitantes.

Este ano, a área coberta foi ampliada para cerca de 8000 m2, devidamente climatizados e organizados de acordo com as diferentes áreas de exposição: primeiro as Freguesias, em representação dos saberes e sabores locais; depois, os produtores de Vinho, Mel, Azeite e outros produtos tradicionais do concelho, como por exemplo as Cavacas; seguia-se uma área reservada às instituições concelhias (como por exemplo o Agrupamento de Escolas, a GNR ou o núcleo local da Liga Portuguesa Contra o Cancro), e também a instituições de âmbito regional e até da vizinha Espanha, com quem se vão estreitando laços de cooperação.

Mais adiante, noutro espaço, estavam as Atividades Económicas que completam o nome da Feira e congregam empresas do concelho, da região, mas também de outras zonas de norte a sul do país.

Finalmente, o pavilhão das Tasquinhas e dos Espetáculos, espaço de convívio em torno dos melhores petiscos e pratos regionais, a par de momentos musicais que incluíram bandas locais e da região, mas também grandes nomes da atualidade, como Anselmo Ralph e Áurea. As madrugadas, essas, ficaram por conta de conhecidos DJs, com destaque para Olga Ryazanova e Diego Miranda.

Assim se apresentava, em traços gerais, a XXII edição da Feira das Tradições e Atividades Económicas de Pinhel, que durante três dias (24, 25 e 26 de fevereiro) acolheu mais de 50 mil visitantes, igualando o record conquistado na edição anterior.

Desfile de Carnaval

A XXII edição da Feira das Tradições arrancou numa tarde inundada de sol e de foliões que saíram à rua para dar a conhecer o vasto património do concelho de Pinhel. “Brasões, Pelourinhos e Cruzeiros” desfilaram desde o Agrupamento de Escolas até à praça central da cidade onde se ergue o nosso majestoso Pelourinho, símbolo do poder municipal.

Foi desta forma que teve início mais uma edição da Feira das Tradições: mais um grande desfile alegórico protagonizado pela comunidade escolar do concelho de Pinhel, desde o pré-escolar à Universidade Sénior, passando pelo ensino básico e secundário. Também não faltaram a Quinta do Pézinho e a Residência Léa Nobre (IPSS), nem os Cavaleiros e os Motards, e nem tão pouco os agentes de segurança e os soldados da paz que fecharam o cortejo.

Inauguração contou com a presença do Ministro Adjunto

A XXII Feira das Tradições e Atividades Económicas abriu portas acompanhada do Hino de Pinhel, interpretado pela Academia de Música, e com a promessa de ser “a maior de sempre”.

Isso mesmo referiu o Presidente da Câmara Municipal, Rui Ventura, frisando que o crescimento do certame se deve ao esforço da autarquia, assim como de todos aqueles que, anos após ano, contribuem para o seu sucesso, através de uma participação ativa e profícua.

A inauguração do evento contou com a presença do Ministro Adjunto, Dr. Eduardo Cabrita, que elogiou a organização da iniciativa e falou das potencialidades e oportunidades associadas a esta região.

Colóquio dedicado ao tema do certame

Brasões, Pelourinhos e Cruzeiros” foi o tema eleito para a XXII Feira das Tradições, tema transversal a todo o evento, desde o Desfile Alegórico protagonizado pela comunidade escolar aos vários espaços expositivos, passando pelo Colóquio que contou com a participação de dois oradores – António Carvalho, que veio falar de “Pelourinhos e Cruzeiros na Beira Interior”, e David Silva, que apresentou uma comunicação sobre Heráldica, dando particular enfase à importância do Brasão.

No final, foram entregues os Prémios do Concurso de Fotografia Objetiva Pinhel, também ele com a mesma temática.

Assinatura de protocolos de apoio aos grupos culturais do concelho

Dedicada à música e cultura de raiz popular, a tarde de domingo contou com a animação dos grupos culturais do concelho de Pinhel. Antes de dar início às atuações, o Município de Pinhel procedeu à assinatura de Protocolos de Colaboração com estes grupos, tal como tem vindo a fazer nos últimos anos.

Grupos de Concertinas são cinco: de Alverca da Beira / Bouça Cova, de Freixedas, do Safurdão, da Casa do Povo de Pinhel e do CDEP.

Mas temos também o Grupo de Bombos São Bernardo, a Banda Filarmónica de Pínzio, o Rancho Folclórico “A Flor do Campo”, de Souropires, o Grupo de Música Tradicional Trovas da Beira e o Teatro do Imaginário do Grupo de Amigos do Manigoto.

A todos eles o Município de Pinhel tem dado o seu apoio, sabendo que estes grupos são em si mesmos testemunho e garantia de futuro do património cultural concelhio, mas também portadores do nome da cidade e do concelho, nas suas frequentes deslocações.

Concurso de Máscaras

A XXII Feira das Tradições despediu-se com música e muita animação.

Áurea foi a artista convidada para o último dia, mas antes disso, os pinhelenses deram largas à imaginação em mais um Concurso de Máscaras / Disfarces.

Das sete participações que se apresentaram em palco, foram distinguidas e premiadas as três que o Júri considerou serem mais criativas e alusivas ao tema do evento – “Brasões, Pelourinhos e Cruzeiros”.

Assim, em 1º lugar ficou a participação dos “Cortiços” que apresentou “Os Cruzeiros dos Cortiços” e que conquistou um prémio no valor de 250 euros. Em 2º lugar ficaram “Os Cruzeiros das Lameiras” apresentados pelo Centro de Apoio Social de Lameiras que, assim, arrecadou um prémio no valor de 150 euros. Finalmente, em 3º lugar ficou a Eurohawk – Associação Juvenil Falcões da Europa, com uma apresentação a que deu o nome de “Pelourinhos, Brasões e Cruzeiros e o Trump estupefacto”. E para o 3º lugar, um prémio no valor de 100 euros.